Ministério da Saúde investe em vacina contra dengue e zika

Uma das principais ferramentas para combater as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é a vacina desenvolvida pelos laboratórios ligados ao Ministério da Saúde, como o Instituto Evandro Chagas (IEC) e o Instituto Butantan.

No caso da vacina contra o zika, os testes em cobaias humanas estão previstos para o ano que vem. Isso porque, ao longo de 2017, a fórmula apresentou resultados positivos em outros mamíferos, como camundongos e macacos. Para que essa etapa aconteça, o comitê de ética da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) avalia os lotes clínicos para conceder o aval aos testes.

De acordo com o IEC, o vírus foi purificado e inativado na produção da vacina, gerando uma nova substância que não se multiplica e não desencadeia a doença. Quando ficar pronta, ela será distribuída em dose única e vai imunizar o sistema reprodutivo masculino, evitando que transmitam a doença pela via sexual.

O Governo do Brasil investe mais de R$ 10 milhões com o estudo, que foi impulsionado após a epidemia da doença em 2015. A infecção é associada à má-formação em bebês de mulheres que contraíram a doença.

Vacina contra Dengue

As pesquisas para a conclusão de uma vacina contra a dengue também já chegaram à terceira e última fase de desenvolvimento, antes da produção em larga escala. A estratégia vai oferecer proteção contra os quatro tipos de infecção em uma só dose.

Ao todo, 17 mil voluntários participam do estudo. Desses, 12 mil serão imunizados e 5 mil receberão o placebo. Nesse estágio das pesquisas, a vacina já estimula a produção de anticorpos.

Quando estiver pronta, a ideia é que a vacina seja ofertada a toda a população, mesmo crianças e idosos em dose única. Ao todo, R$ 100 milhões já foram investidos em pesquisa. Com a chegada do verão e a intensificação do período de chuvas, os cuidados para evitar a proliferação do mosquito devem ser redobradas.

Fases de produção

A elaboração de vacinas pelos laboratórios passam por três etapas. Na primeira fase, os estudos pré-clínicos são realizados em animais. Em seguida, a testagem clínica ocorre em voluntários humanos. Nessa fase, os pesquisadores avaliam a capacidade da vacina estimular o sistema imunológico.

Na última etapa, verifica-se se a proteção contra a doença foi efetivada. Por fim, antes da liberação para a população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avalia as condições da vacina.

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